Ela tem chorado amargamente nos últimos dias, O seu semblante me revela a náusea do mundo. Ela se despertou do seu sonho de ventura, Desiludida clama à sepultura. Quantos menestréis morreram por vê-la assim, Já não demonstra a vivacidade de outrora.Eu sofro em demasia pelo seu lacerante padecer. A alegria que emanava do seu coração era o conforto ao meu pesar.Percebes minha irmã na desgraça,
A que os seres humanos estão fadados? Tu também foste consumida pela dor, Tudo em ti se desvaneceu no mais profundo ceticismo. Por todo sempre seremos tristes... As chagas não cicatrizarão jamais. E, ao ocaso da existência inglória, Nossos corpos insepultos apodrecerão à deriva.